430 milhões de pessoas com perda auditiva precisam de serviços de reabilitação

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O primeiro Relatório Mundial sobre a Audição da Organização Mundial da Saúde (OMS) adverte que, em 2050, quase 2.5 bilhões de pessoas viverão com algum grau de perda auditiva.

É difícil que o mundo fique em silêncio, mas que milhões de indivíduos não escutem todos os sons produzidos no dia a dia, não é tão improvável. Desde o cantar dos pássaros, passando pela música até chegar ao barulho que nós mesmos causamos. 

Assim o indica o primeiro Relatório Mundial sobre a Audição publicado pela Organização Mundial da Saúde. Os números são um desafio para os especialistas em saúde auditiva: calcula-se que, em uns 30 anos, 2.5 bilhões de pessoas — duas vezes a população de toda a América — viverão com algum grau de perda auditiva e 700 milhões dessas pessoas necessitarão passar por um processo de reabilitação. 

O desafio apontado pela OMS para os países e governos é a certificação de que ninguém tenha perda auditiva por causas preveníveis “e que aquelas pessoas que têm perda auditiva possam atingir todo seu potencial através da reabilitação, da educação e do empoderamento”.

Há que agir e a OMS propõe metas a cumprir.

Como prevenir a perda auditiva no mundo e como tratá-la

Ao falar de perda auditiva, a Organização Mundial da Saúde foca seus esforços em dois aspectos: a prevenção e o tratamento. Sempre que “for possível melhorar a vida da maioria das pessoas que têm perda auditiva com soluções tecnológicas, clínicas inovadoras e custo-benefício”.

Diminuir os fatores de risco, fortalecer os programas de diagnóstico precoce da perda auditiva e facilitar o acesso à tecnologia que permite escutar (aparelhos auditivos, implantes cocleares e implantes acústicos) para mais pessoas é a tarefa que a humanidade tem.

Prevenir a perda auditiva

A OMS fala, em seu Relatório Mundial sobre a Audição, sobre o cuidado do ouvido e da audição (COA) e da necessidade de reforçá-lo. A pandemia gerada pela covid-19 obrigou os países a repensar e fortalecer seus sistemas de saúde pública. Incluir o COA é uma oportunidade que não deveria ser perdida, sugere a OMS.

Porém, além disso, há situações que podem ser combatidas e, assim, reduzir o número de casos de perdas auditivas geradas por causas preveníveis. O diagnóstico precoce com triagens auditivas neonatais para todos os recém-nascidos é o ideal.

Tratar a perda auditiva

A OMS afirma que o diagnóstico precoce da perda auditiva e seu oportuno tratamento são fundamentais para atingir melhores resultados na recuperação da audição.

O chamado da Organização Mundial da Saúde é para que os países facilitem o acesso aos implantes auditivos para as pessoas que os necessitem para evitar, assim, as consequências sociais e as perdas econômicas que são causadas pela perda auditiva sem tratamento. 

A tecnologia auditiva, como os aparelhos auditivos e os implantes cocleares, é eficaz e oferece excelente custo-benefício, podendo ajudar tanto as crianças quanto os adultos. No entanto, é essencial que seu uso esteja acompanhado de serviços de apoio adequados e terapia de reabilitação para obter os resultados desejados”.

Relatório Mundial sobre a Audição

OMS

Isenção de responsabilidade

Procure aconselhamento junto do seu profissional de saúde sobre os tratamentos para a perda auditiva. Os resultados podem variar e o seu profissional de saúde irá aconselhá-lo acerca dos fatores que podem afetar o seu resultado. Leia sempre as instruções de uso. Nem todos os produtos estão disponíveis em todos os países. Contacte o seu representante local da Cochlear para obter informações sobre os produtos.